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sábado, 15 de janeiro de 2011

Entrevista De Kristen Para A “Vogue"

Nós já vimos alguns scans da Kristen na edição de Fevereiro da Vogue, e agora trago para vocês a entrevista completinha, com a moça falando bastante sobre sua carreira, seus personagens e sobre a Saga, e sobre como sua vida mudou de uma hora pra outra, sem volta. A reportagem traz algumas curiosidades sobre a atriz, além de alguns depoimentos de pessoas elogiando o trabalho dela. Vale muitíssimo à pena ler, ainda mais que ninguém se cansa dessas entrevistas enormes dos nossos lindos né? *-* Confiram:

O corpo de Kristen Stewart pode contar um milhão de histórias. Cinética, ela se agita levemente, e se move rapidamente enquanto fala, faz pausas repentinas, olhando para o lado, sinalizando resistência, uma inteligência combinativa. “A palavra que eu sempre uso para ela é sagaz,” diz Jack Scott, que recentemente a dirigiu em Welcome to the Rileys, no qual ela interpreta uma adolescente fugitiva e dançarina erótica. “Astuta. Ela tem uma forma de se mover e ser que você normalmente encontra em suas atuações, um tipo de destreza.”

Em outras palavras, Stewart projeta um tipo de cautela, um limite rebelde que é muito mais típico no grupo da sua idade — ela tem 20 anos — do que em pessoas mais alto astral, o que é provávelmente uma razão de que ela tem a cabeça e os ombros acima dos dos seus iguais, na pirâmide do poder de Hollywood, e uma queridinha dos diretores. Scott ouviu sobre ela através de seu amigo Sean Penn, depois que Penn a contratou para interpretar uma filha de pais hippies no memorável Into the Wild. “Sean disse, ‘Você precisa ver essa garota,’” Scott se lembra. “Ela é simplesmente tão viva!” Para Bill Condon, atualmente abrigado em um trabalho de um ano filmando Amanhecer, as duas partes finais da poderosa Saga Crepúsculo, “Kristen foi o topo da minha lista de razões para fazer esse filme.”

Em um final de semana calmo, em uma zona suburbana de Baton Rouge, Louisiana, a cidade onde o set de Amanhecer está localizado (com muito segredo e acordos altamente confidenciais), Stewart, uma menina graciosa, com jeans meio masculinos e camisa xadrez, está andando pela cozinha da casa de um amigo, estralando os dedos enquanto fala. Ela fica nervosa lidando com a mídia — entrevistas de TV em particular, ela diz, que a fazem se contorcer — e ela é algumas vezes acusada de ser desanimada e defensiva em suas aparições públicas, também porque ela raramente sorri. Ela nutre uma carreira de bad girl. “Eu escolho coisas que são tão excessivamente ambiciosas, e se eu não consigo fazer coisas desse tipo, eu não quero ficar fazendo isso,” ela diz. Arranhe a superfície, entretanto, e a atitude parece mais à respeito da paixão e perfeccionismo que ela sente sobre seu trabalho e o contrário. “Uma compulsão absolutamente te preenche,” ela diz sobre encontrar um bom papel, e admite que algumas vezes ela tem dificuldade em se libertar.


Hoje ela está muito contente por ter acabado de voltar das filmagens de On The Road, com Walter Salles, um diretor magistral brasileiro, de Diários de Motocicleta e Central do Brasil. Ela interpreta uma personagem baseada na esposa de Neal Cassady, LuAnne Henderson, junto com Garret Hedlund e Sam Riley. Foi uma experiência intensamente improvisadora, que a deixou “chorando muito” ela diz. “Eu não queria ir embora.” Se instalando em Baton Rouge para o futuro previsível foi “como voltar ao colégio… Crepúsculo é algo diferente.” Uma produção enorme, planejada em cada milisegundo e marcada com sinais de dólares esperando para acontecer, Amanhecer traz vários anos da vida de Stewart ao clímax. Ela sente o peso de retratar Bella Swan, “uma personagem que é imbutida, à esse ponto, no psicolóigico de tantas pessoas. Está começando a entrar na minha cabeça muito mais do que costumava, porque está no final, e veio de um caminho muito longo. Eu só quero que os fãs do livro fiquem felizes.” Ela ti. “Eu não ligo para ninguém mais, necessariamente.”

Para um grande segmento da população, Stewart pode ter estalado nas telonas como uma encarnação na heroína favorita deles. (Na última contagem, os livros de Stephenie Meyer venderam umas 100 milhões de cópias no mundo). Mas, apesas da sua pouca idade, Stewart fez mais de 20 filmes, muitos deles independentes, e quase todos eles estelares, e se submeteu à alguns papéis “cilada” como uma adolescente vítima de estupro e uma garota desabilitada por uma enfermidade neurológica. Ela cresceu no Valley, a filha em uma família do lado essencial dessa indústria — sua mãe é uma supervisora de script, e seu pai um produtor de TV, e seu irmão, um apoio. Depois de ter sido vista como uma criança em uma atuação na escola, Stewart andou direto para a A-List, pegando seu primeiro papel principal em The Safety Objects, de 2001, que é uma adaptação da coleção de histórias de A.M. Homes, junto com Glenn Close e Patricia Clarkson, e seu segundo em Panic Room, basicamente um filme entre duas pessoas, junto com Jodie Foster. “Na época eu achei que foi divertido,” ela diz, grata que ela tenha começado sua carreira antes de suas inseguranças adolescentes aparecerem. “Eu não acho que eu um dia seria capaz de ser uma atriz, se eu não tivesse começado aos nove anos de idade. Eu teria sido a última pessoa a se levantar e dizer, ‘Eu gostaria de estrelar a peça.”


Alguns fatos sobre Stewart: Atualmente em sua mesinha de cabeceira estão, Culumbine, de Dave Cullen; Under the Banner of Heaven, do autor de Into the Wild, Jhon Kraukers, um estudo de Mormonismo radical; e Anna Karenina. Na sua playlist, The Shins, Broken Bells, e Jenny Lewis, a músicista de L.A. que coloca Stewart na incomum posição de ser ela mesma uma super fã: “Ela é a única pessoa que eu já conheci, e que eu não funcionei direito estando perto.” (Stewart também toca violão e estava assustada à respeito de interpretar Joan Jett, a quem ela conheceu, em The Runaways). Seus filmes favoritos são A Woman Under the Influence, de John Cassavetes, estrelando Gena Rowlands, e La Vie in Rose, com Marion Cotillard.

Ela ama Jane Fonda em Klute. Seu novo hobby é cozinhar, sem dúvidas encorajada pelo fato de viver de alguma forma, isolada: “Você constrói um perímetro de pessoas que realmente são importantes para você.” Amigos brincam com ela por assistir o Food Network (programa de culinária) com um franzido severo de concentração no rosto. “Eu sou uma idiota.” (O franzido vale à pena. Para o almoço, ela pretada uma sopa de tortilla Mexicana, elaborada e deliciosa, com numerosos condimentos, junto com sanduiches de carne de porco). Ela também gosta de reúnir um pequeno número de pessoas. Até então, uma garota interessante normal. De outras formas, nem um pouco normal. Se você a vê como uma adolescente. Stewart vai literalmente evitar e se cobrir. “Não tem nenhuma forma de representar isso eloquentemente,” ela diz. “Eu não posso ir ao shopping. Me incomoda e eu não posso sair com muita frequência. E também nunca mais ser uma ‘garota qualquer’ novamente. Só ser uma garota em algum lugar, isso se foi.”

Ela pode marcar a semana em que ela deixou de ser “uma garota qualquer” e entrou na terra de segurança 24 horas, bloqueios, as especulações sem fim, sobre seu relacionamento com seu colega de elenco Robert Pattinson, o qual ela se recusa a discutir. (“Isso não é meu trabalho.”) Ela tinha completado o primeiro filme de Crepúsculo, que ainda não tinha sido lançado, e tinha acabado de filmar Welcome to the Rileys, em New Orleans, onde, segundo ela, “Eu me sinto tão bem andando pelas ruas sozinha,” antes de se corrigir: “Pelo menos eu costumava.” Ela voltou de uma semana extra de trabalho durante a edição, e repentinamente, ela não podia andar pela rua mais. “Realmente entrou em erupção,” ela diz. “Foi uma coisa estranha de se assistir.”

Stewart, que cuidadosamente nunca reclama das bênçãos do fenômeno Crepúsculo, é esperta o suficiente para entender a natureza da sua celebridade particular. “Muitas garotas que se identificam na Bella de uma forma muito profunda, por querer um mundo melhor,” ela diz. “A conexão que eu vi que as pessoas têm… Eu vi isso fisicamente. É da personagem que elas gostam.” Ela também sente o poder do bem que vem com a sua influência. “É engraçado quando você é dotada não só de reconhecimento público em um nível sériamente vasto, mas também de dinheiro,” ela diz com uma sinceridade cativante. “Tipo, fundos.” (Ela recebeu 25 milhões de dólares pelos dois filmes de Amanhecer, além de uma porcentagem dos lucros). “À qualquer momento que eu escuto que alguém é muito rico, a primeira pergunta é, ‘Você faz alguma coisa com isso? Ou você tipo, fica de boa? Você só senta em cima dele?’” Ela está cuidadosamente, estrategicamente pensando sobre a melhor filma de colocar a sua própria contribuição em uso, e tem um plano — inspirada pelas suas pesquisas para o papel de uma fugitiva do comércio do sexo — montar uma rede de abrigos para ajudar a aqueles que querem se recuperar a voltar a ficar de pé. “Isso seria demais,” ela diz. “Nesse momento acho que isso é a coisa a qual eu mais me sinto conectada.”

Stewart se importa muito em seus ombros magros por jovens mulheres que mal estão na adolescencia. Mas a sua transição para o mundo adulto vai ser uma dádiva aos públicos de fimes. Ela mesma pode duvidas que ela um dia vai ser capaz de se superar da enorme Saga Crepúsculo — “A esse ponto, parece que tipo, ‘Nós vamos ver o que a garota de Crepúsculo fez. Vamos ver como ela está tentando ser diferente’” — mas outros discordam, e uma geração de pessoas que mexiricam sobre KStew e RPattz não é tão convincente, e os filmes Crepúsculo, talvez mais um prazer culposo do que uma paixão fervente, possam olhar para frente e vê-la esticar os músculos em papéis adultos. Sua tensão e calma nas telas são interessantes de se assistir, muitas mulheres crescidas gostariam de se ver refletidas nisso. “Ela é uma das atrizes mais inteligentes com quem eu já trabalhei,” diz Condon. “Não só porque ela tem essa habilidade técnica incrível, mas também porque ela tem essa abordagem incisiva e séria para a personagem. Ela tem um potencial ilimitado.”

Fonte: KristenStewart

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Entrevista – Walter Salles Fala Sobre ‘On The Road’

Saiu na Folha de São Paulo uma entrevista muito legal com o cineasta brasileiro Walter Salles, em que ele fala sobre o filme On The Road, estrelado pela Kristen e que conta também com um elenco estelar composto por Garrett Hedlund, Sam Riley, Tom Sturridge, Viggo Mortensen, Kirsten Dunst, Amy Adams, Steve Buscemi e Alice Braga, entre outros astros. Confiram as opiniões do diretor sobre a produção e as filmagens e alguns outros detalhes do filme.

Fim da Estrada

Walter Salles fala sobre término das filmagens de “On The Road”, projeto que levará à tela livro de Jack Kerouac


“Eu só acredito que esse filme vai existir quando o último plano for filmado”, dizia o cineasta Walter Salles em meados de 2010. Feito. A claquete final de “On the Road” foi batida em 11 de dezembro passado, em San Francisco (EUA), depois de quase quatro meses de estrada com os atores Garrett Hedlund, Sam Riley, Tom Sturridge, Kristen Stewart, Viggo Mortensen, Kirsten Dunst, Amy Adams, Steve Buscemi e Alice Braga, entre outros. O cuidado do brasileiro é compreensível, já que até hoje inúmeras dificuldades impediram a adaptação desse clássico do movimento beat, de Jack Kerouac, publicado em 1957. A crise econômica de 2008 foi a mais recente, secando as fontes de financiamento e os interessados em se arriscar em um filme independente. Na última quinta-feira, o diretor começou a montagem do filme. Em entrevista, comenta as preparações para o longa, conta como foram as filmagens nos EUA, Canadá, México e Argentina e diz que o filme deve ficar pronto até o início de 2012.

Folha – Depois de tantos nomes envolvidos na tentativa de filmar “On the Road”, como se sente tendo finalmente garantido a realização desse projeto?
Walter Salles Jr. – Sem o apoio e a generosidade de cineastas e roteiristas ligados às outras encarnações do projeto, como Francis Ford Coppola, Roman Coppola ou Barry Gifford, não teríamos chegado ao final… Essa é a única certeza que fica. De um ponto de vista pessoal, terminar a filmagem de um projeto que levou seis anos para se concretizar não é simples. Fica uma sensação de vazio.

O fato de ele ter sido filmado em 2010 mudou de alguma forma suas opções, já que o filme lida com temas como papel dos imigrantes, cultura do medo, repressão sexual, liberação pelas drogas?
O convite da Zoetrope para realizar o filme veio em 2004. Durante esses anos em que não se conseguiu financiamento para o filme, muita coisa mudou, nos EUA e no mundo. Mas o livro de Kerouac transcende um período específico e suas eventuais contradições. Ele anuncia uma revolução comportamental que acabou possibilitando muitas das transformações libertárias geralmente associadas aos anos 60 e que afetam como vivemos hoje -a liberação sexual, a expansão da mente através das drogas, a redefinição da família, o surgimento da ecologia etc. E mais do que tudo, a necessidade de experimentação.

Quando as filmagens começaram? Quanto duraram?
A MK2, produtora independente francesa, nos deu o sinal verde no final de maio. Tivemos apenas oito semanas de preparação para começar a filmar, menos do que qualquer filme que já dirigi. Foram sessenta e poucos dias de rodagem, 20 a menos do que “Diários [de Motocicleta (2004)]“, para o mesmo número de cenas. Em outras palavras, não havia tempo para muita hesitação.

Em quais países e cidades ocorreram as gravações?
Nos EUA, as cidades que guardaram traços do passado são cada vez mais raras. Há shoppings, Walmarts e McDonald’s por todos os lados. Isso nos obrigou a ir cada vez mais longe para achar lugares que ainda tinham algum interesse arquitetônico, além de estradas desertas. Filmamos em diferentes regiões do Canadá, em torno de Calgary, Montreal e Hull, em Nova Orleans (EUA), nos desertos do Arizona, em San Francisco e no México.

Houve filmagens em Bariloche. Por quê?
Primeiro, porque o orçamento do filme não nos permitia esperar pelo inverno no hemisfério Norte. Uma solução teria sido criar o inverno digitalmente, manipulando as imagens. Venho do documentário e sou radicalmente contra isso, neve falsa, atores tendo que passar a sensação de frio com 40 graus à sombra. Foi aí que nos lembramos que, durante as locações de “Diários”, havia um trecho da fronteira entre Argentina e Chile que tínhamos deixado de lado por parecer com o Leste dos EUA. Fomos para lá em agosto. Filmamos no meio de tempestades de neve, congelamos de verdade e ainda tivemos o prazer de reencontrar uma boa parte da equipe de “Diários”.

Qual é o orçamento do filme? O fato de ter um orçamento menor do que o previsto mudou o filme de alguma forma?
O custo de “On the Road” difere do de outros filmes, por incluir os gastos que ocorreram durante 45 anos de desenvolvimento… uma dezena de roteiros diferentes, pagamentos a produtores envolvidos em fases anteriores do filme etc. A MK2 ainda está calculando o orçamento final, mas o fato é que filmamos com urgência e economia para conseguir chegar ao fim. Não foi possível, por exemplo, montar em paralelo à filmagem. É a primeira vez que isso acontece desde “Terra Estrangeira” (1996). Não víamos o que filmávamos.

Já existe uma previsão de quando vai ser lançado?
Não, até porque só agora vamos começar a descobrir as imagens do filme, com o início da montagem. Imagino que ele ficará pronto no final do ano, ou no início de 2012.

Fonte: Foforks

P.S.: a imagem do post é um novo still de uma cena filmada no México com o ator Garrett Hedlund, que interpreta Dean Moriarty. Essa mão aí supostamente é da Kristen, em um momento muy caliente do filme. Mas nada confirmado ainda. ^^

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Nova entrevista com Jodelle Ferland

Boa parte do elenco da saga anda espalhada por aí divulgando o lançamento do dvd de Eclipse, Jodelle também está nessa. Confira essa nova entrevista dela falando mais da saga e de sua carreira, além de uma nova foto da nossa Bree:

BH: Como sua vida mudou desde Eclipse?

JF: Bem, minha vida mudou um pouquinho, e em muitas formas continua a mesma. Eu ainda sou apenas uma garota normal que gosta de passar tempo com seus amigos fazendo coisas normais. Mas, quero dizer, eu não estaria aqui se não fosse por Twilight. Eu tenho feito todas essas convenções, encontrado muitos fãs. É muito divertido.

BH: Você tem algum momento memorável por estar em Eclipse?

JF: Bem, honestamente acho que todo o filme foi bastante memorável. Na verdade eu passei meu aniversário de 15 anos no set, então isso foi bem bacana.

BH: Você ganhou bolo?

JF: Sim, ganhei. Eu tive um bolo de aniversário no set. E quero dizer, isso é basicamente o sonho de toda menina, uma festa de aniversário no set de Twilight. Eu fiquei tão feliz que pude fazer isso. Foi muito divertido.

BH: E sobre trabalhar com Jeff Bridges e Terry Gilliam em Tideland? Como foi?

JF: Oh, foi fantástico. Eu me diverti muito em Tideland. Faz bastante tempo já na verdade, eu tinha 9 anos quando o gravei. Eu fiz 10 anos no meio das filmagens dele.

BH: Você passa a maioria dos seus aniversários no set?

JF: Na verdade sim.

Fonte: SaltLakeMagazine

sábado, 11 de dezembro de 2010

Autora de “Vampire Academy” fala sobre Twilight

Com o lançamento de Last Sacrifice, o 6º livro de Vampire Academy, a divíssima Richelle Mead deu uma entrevista em que fala um pouquinho sobre o fato de sua série também ser sobre vampiros, as comparações com Twilight. E também o que todo mundo vem dizendo há algum tempo: VA é o herdeiro do trono de Twilight!!! Para ver a entrevista legendadinha clique AQUI.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Ex-namorada de Rob o menciona em entrevista

A ex-namorada de Robert Pattinson, Nina Schubert, em entrevista falou um pouco sobre Rob quando falava sobre sua vida amorosa e adivinhem só? Ela acha que o Rob vai dar um ótimo pai! Alguém duvida?

Discutindo sobre seus namorados:

Nina: Olhando para trás e pensando em alguns dos rapazes que queriam ficar comigo, tipo este cara alemão, lindo. Ele era meio nerd e meio que, do tipo ‘quer dividir o travesseiro enquanto assistimos ao filme?’ – deste tipo de rapaz. E eu ficava tipo, ‘ugh, não.’ Eu gostei deste rapaz Geordie [natural do nordeste da Inglaterra] do outro lado da sala com seus pés para o alto e cutucando as unhas.
Meus homens ideais sempre estiveram por aí, mas nunca os percebi. Eu me sinto atraida por pessoas que não são ideais para minha personalidade. Eu adoro o Jeff Bridges. Quando eu saio com os rapazes eu sempre imagino eles com 30 anos a mais. Como o Peter, ele vai ser um grande homem. E como o Rob, Rob será um grande pai. Ele é muito talentoso. Eventualmente ele será um escritor.

Entrevistador: Sério?

Nina: Sim, ele vai escrever filmes e peças.

Entrevistador: Nada de música?

Nina: Sim, isso também, mas ele vai escrever.

Fonte: Foforks

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Scout Taylor Menciona Kristen Stewart em Entrevista


TIS: (…) Se eu lhe perguntar qual o melhor dia de sua vida, qual a primeira coisa que vem na sua mente?

STC: O melhor dia da minha vida?

TIS: Sim, eu sei que é uma pergunta difícil.

STC: Sim. Bom, provavelmente os melhores quatro dias da minha vida foram quando fiz uma viagem de carro com Kristen Stewart (The Runaways, Crepúsculo), e viajamos de Ohio até Los Angeles para ver Rob (Zombie) atuar. Foi uma experiência incrível para mim.

Fonte: TodoTwilightSaga

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Fantástico quer entrevista com Robert Pattison e Kristen Stewart

“Fantástico” tenta uma entrevista com os protagonistas de “Amanhecer”, Robert Pattison e Kristen Stewart

A direção da Globo pediu à produção do “Fantástico” que consiga uma entrevista com os protagonistas de “Amanhecer”, Robert Pattison e Kristen Stewart. Acontece que eles estão sem tempo por conta das filmagens.

Por conta disso, os produtores da atração estão de cabelos em pé, tentando uma brecha na agenda deles. Uma equipe do programa seguiu ontem até Paraty, onde a dupla fica por pelo menos uma semana, no aguardo de qualquer brecha na agenda dos astros.


Fonte: clicapiaui.com

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Gandolfini andou dando algumas entrevistas e falou sobre a Kiki e também sobre Twilight!!!! Vejam só o trecho em que a são citados:

Então, você é um grande fã de “Twilight”?

Na verdade, eu nunca vi.

Você disse isso à Kristen?

Bem, ela não perguntou. Eu não acho que ela assistiu muito “Família Soprano”.


Você se preocupa em fazer sempre o mesmo tipo de papel? Neste papel você é quase que surpreendentemente suave.

Eu leio um monte de coisas diferentes. A maioria não é um monte de coisas mais com tiroteio e assassinatos e mortes e sangue. Estou ficando um pouco mais velho, você sabe. As perseguições e os saltos e os assassinatos, já passaram um pouco para mim.


Então foi apenas o script ser não-violento que atraiu você para este filme?

Descobri que a Kristen ia fazê-lo. Eu a vi em “Into the Wild”. Algumas pessoas meio que saltam da tela, porque elas são – na verdade, não tinha nada a ver com a beleza dela. Ela é linda, mas sua inteligência parecia saltar da tela. Eu pensei, essa é uma menina inteligente. E Jake Scott, eu conheço o tio dele – Tony [Scott] realmente me deu o meu primeiro grande filme ["True Romance"]. Era diferente de qualquer coisa eu tinha interpretado antes, e eu achei o roteiro tinha um pouco de humor nele. Eu ainda não vi o filme, então eu não sei o quanto o humor mantivemos, mas eu achei que era bom e interessante e tinha um ponto muito bom.

Fonte:
Foforks

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Jodelle Ferland Fala De 'Jogos Vorazes'

Escalar o elenco e outros trabalhos de pré-produção do filme ‘Jogos Vorazes’ foram suficientemente mantidos em segredo até agora, mas isso não impediu os fãs de discutir abertamente as suas idéias sobre o filme e quem deve interpretar os papéis principais. E com ‘Jogos Vorazes’, a trilogia best-seller de Suzanne Collins, há um personagem em particular que os fãs estão ansiosos para ver escalado. É claro, que o personagem é Katniss Everdeen – a heroína da série e narradora de todos os três livros.

Enquanto os fãs se dividem sobre quem deve receber o cobiçado papel, uma coisa é certa: a atriz Jodelle Ferland só quer ver um filme brilhante, ela fazendo parte ou não. Isso porque quando se trata de ‘Jogos Vorazes’, Ferland tende a se ver como um fã em primeiro lugar, e uma concorrente ao papel em segundo.

Aos 16 anos, Ferland seria uma boa opção para o papel – e, certamente, os fãs e sites de entretenimento a tem sugerido para o papel. Mas ela não está deixando toda a agitação – ou a atenção negativa que vem com ela às vezes – chegar à ela. De fato, quando confrontada com as críticas de seu interesse no papel, Ferland responde de maneira inteligente e educada para todos (mesmo alguém assim tão jovem).

Ferland concordou recentemente em uma entrevista cara-a-cara com The Hunger Games Examiner para falar sobre ‘Jogos Vorazes’, do porquê ela ser uma fã e suas esperanças para a franquia em tela grande. Aqui está uma parte dessa entrevista:

The Hunger Games Examiner: Como você descobriu ‘Jogos Vorazes’? O que tem nos livros que você ama tanto?

Jodelle Ferland: Eu vi um artigo sobre quem deveria interpretar Katniss, e eu nunca tinha ouvido falar dos livros antes, então eu dei uma olhada. A história parecia interessante e eu realmente queria ler, mas eu não pensei sobre isso novamente até que eu estava na pré-estréia do Eclipse e uma fã disse, “Você gostaria de interpretar Katniss?” Quando eu estava no aeroporto esperando meu vôo para casa, eu encontrei uma livraria e comprei o primeiro livro. Eu terminei no fim do dia. Foi INCRÍVEL, eu absolutamente me apaixonei por ele. Eu realmente gosto de livros com muita ação e suspense, e ‘Jogos Vorazes’ definitivamente tem muito disso. Claro, há também o aspecto romântico, que me mantém morrendo de vontade de saber quem Katniss iria escolher e constantemente tentando descobrir se eu gosto mais de Gale ou Peeta. Mas não há muito disso que você está pensando, de verdade, ela tem apenas 16 anos, isso é ridículo. Depois que eu li ‘Jogos Vorazes’, eu saí e comecei ‘Catching Fire’ no dia seguinte. Foi tão fabuloso quanto o primeiro livro, se não mais. Esperar ‘Mockingjay’ sair foi terrível, mas valeu completamente a pena. Em geral, esta é uma das minhas séries favoritas que eu já li.

THGE: Como você sabe, muitos fãs sugeriram você como uma possível atriz para interpretar Katniss. Mas quem VOCÊ escolheria para o papel (além de você, é claro)?

JF: Hmm… Essa é uma pergunta muito difícil. É difícil pensar em pessoas que se encaixam no papel.

Um monte de atrizes fariam um ótimo trabalho, mas já estão muito velhas, são muito jovens ou não possuem um visual Katniss nelas. Eu sei que muita gente queria Scoldelario Kaya, mas na minha opinião, uma vez que ela já está com 18, ela é um pouco velha demais para o papel. Quem for que seja que eles escolherem, eu realmente espero que eles não peguem alguém que está em com seus 20 anos. Katniss tem 16, e eles devem tentar pegar alguém pelo menos próximo a essa idade. Se eles não podem obter uma atriz conhecida que se encaixe no papel, então uma desconhecida provavelmente seria a melhor escolha.

THGE: Quando eu mandei um tweet pedindo perguntas para a entrevista, eu obtive uma grande reação. Mas houveram algumas críticas de fãs de ‘Jogos Vorazes’. Alguns disseram que não achavam que você seria boa para o papel de Katniss. Outros diziam: “Ninguém de ‘Crepúsculo’ deveria estar ‘Jogos Vorazes’, por isso não Jodelle.” O que você diria para esses críticos?

JF: Eu entendo de onde eles vêm. Muita gente gosta de ‘Crepúsculo’, mas algumas pessoas não e, compreensivelmente, os fãs de ‘Jogos Vorazes’ não querem misturar os dois. Eu não estou tentando dizer que ‘Crepúsculo’ não foi bom (o que seria estranho, pois eu estava lá!), mas eu não acho que eles devem ser comparados. Quando as pessoas dizem “Será que ‘Jogos Vorazes’ poderia ser o próximo ‘Crepúsculo?” eles não querem dizer do filme em si, apenas a quantidade de sucesso que teve. Então sim, eu estava em ‘Crepúsculo’, mas eu gostaria de lembrar a todos que não foi o único filme que eu fiz. Eu tenho interpretado desde que eu tinha dois anos, e Eclipse em nada me define ou minha capacidade de interpretar. Para ser honesta, minha parte nem foi tão grande, e eu estava apenas em um dos filmes. Se eu interpretasse Bella ou algo assim, então, obviamente, me ter como a protagonista de ‘Jogos Vorazes’ seria uma má idéia. Mas eu não acho que seja justo que as pessoas me julguem por um filme. Eu entendo perfeitamente que eles queiram que este filme seja perfeito, mas eu gostaria de pedir-lhes que, por favor, pelo menos considerem que eu possa fazer um bom trabalho. Eu adoraria que os fãs me dessem uma chance.
THGE: Além de Katniss, você poderia ver-se interpretando qualquer outros papel em ‘Jogos Vorazes’? Quais?

JF: Bem, há apenas algumas opções. Eu fiz 16 anos em 09 de outubro. Tenho pele clara e cabelos castanhos escuros. Há Madge… ela é loira, então eu provavelmente não poderia interpretá-la. Há Rue, que é uma pequena de 12 com a pele muito escura e os cabelos… então não. E depois há Prim, que também tem 12 anos, minúscula, e loira, então ela também não. Eu realmente não consigo pensar em mais ninguém, pelo menos não alguém que tenha uma parte relativamente importante. Eu sei que algumas pessoas estão me sugerindo para Prim ou Rue, mas isso não faz muito sentido para mim. Mesmo que eu tivesse a pele e o cabelo certos, eu sou velha demais para essas personagens. Eu não me vejo interpretando ninguém além Katniss, mas se você pensar em alguma outra personagem que eu poderia interpretar, por favor me avisem! Eu gostaria de ouvir o que vocês pensam.

THGE: Esta questão vem @kimmymary (que dirige o site sobre ‘Jogos Vorazes’ mockingjay.net) no Twitter: Você está planejando ir à audição?

JF: Se me for dada a chance, eu não perderia por nada no mundo! Isso seria uma oportunidade absolutamente incrível para mim e eu realmente espero que aconteça.

Fonte: Portal Saga Crepúsculo


"Choquei agora. Quando eu li o livro a alguns meses atrás, eu imaginei a KRISTEN como a Katniss, ela (a Jodelle) deveria ser mais bonita.

Recomendo total o livro, mesmo que eu seja totalmente possessiva em relação a ele, kkkk"

Dirigir Kristen Stewart foi como “domar um bando de gatos”, diz diretor de Welcome to the Rileys

“Ela é muito vulpine — muito loba — e astuta, meio agitada. Dirigi-la foi meio que como domar um bando de gatos.”

O director de Welcome to the Rileys, Jake Scott, quando perguntado numa recente exibição do filme, sobre como foi trabalhar com sua protagonista, Kristen Stewart.

Agora, segurem-se dentro de suas calcinhas. O cara quis dizer isso de uma forma boa. Nós achamos. De qualquer forma, ele acabou hiper impressionado com a performance de Kristen no filme – e ela também!

“[Kristen] tem interpretado esse mesmo personagem em, o quê?, dois ou três filmes, e isso a deixa frustrada,” Scott revelou sobre Twilight.

“Ela quer ser levada a sério como atriz — e a coisa louca é que, antes de Twilight, ela estava fazendo esse tipo de trabalho… Ela tem muito orgulho do seu trabalho nesse filme.”

Um desses projetos pré-vampiro foi como Kris realmente conseguiu o papel como uma stripper fugitiva neste drama familiar. Scott disse que pensou: “Oh meu Deus, quem é essa garota?” quando viu Na Natureza Selvagem. Quando saiu do cinema, ele ligou para o pessoal de Kristen e marcou uma reunião para o dia seguinte.

E ele definitivamente conseguiu uma atriz que é séria com o que faz.

“Kristen, mais do que qualquer um, saía do script e do óbvio, mas era brilhante e funcionava. Mas contava com [os co-astros de Rileys] Jim [Gandolfini] e Melissa [Leo].”

Scott explicou que os atores veteranos faziam ajustes durante a cena para Kristen, porque eles “respeitavam-na tanto,” e concordavam totalmente com o fato de que isso “os mantinha em seus lugares.”

“Além do mais, era o personagem dela. Ela era imprevisível… uma força incontrolável,” Scott explicou.

Se Stewart ainda está preocupada em ser levada a sério como atriz, ela não ficará mais depois que este filme de orçamento baixo chegar aos cinemas.

Papéis fortes combinam com K.Stew, se podemos dizer isso.

Fonte:
E!oline

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Anna fala sobre "Scott Pilgrim vs. The World" e "Breaking Dawn"

Tarjado como “O épico do épico do épico,” a adaptação do diretor Edgar Wright da popular série de quadrinhos de Bryan Lee O’Malley, Scott Pilgrim vs. the World, chega aos cinemas com força Bíblica nessa sexta feita. O jovem desajeitado Michael Cera interpreta o personagem principal, um baixista que se apaixona por uma garota apenas para descobrir que ela tem sete ex-namorados malvados, e que todos querem matá-lo. Anna Kendrick, que interpreta a irmã confiável de Scott, Stacey, diz que o personagem dela é “a voz por trás da cabeça de Scott, que ele sabe que não vai escutar.” Nós conversamos com Kendrick sobre as filmagens de Scott Pilgrim, Comic Con e a mania Twilight (ou da ausência disso).

Caroline Bankoff: Olá Anna! De onde você está ligando?

Anna Kendrick: Estou em Toronto. Nós temos a premiere de Toronto de Scott Pilgrim esta noite — nós filmamos aqui em Toronto, então é meio que uma volta ao lar.

Bankoff: Como está sendo o seu verão até agora? O que você tem feito?

Kendrick: Eu não sei, sério. Só meio que fazendo essas coisas de imprensa, por aí. E assistindo muitos filmes.

Bankoff: E você só foi à Comic Con para promover somente Scott Pilgrim, certo?

Kendrick: Sim. Foi ótimo; foi incrível. Quero dizer, o filme é obviamente para fãs de quadrinhos, e eles pareceram adorar, o que é um grande alívio. Essas são as críticas mais duras, de certa forma.

Bankoff: Você já tinha estado na Comic Con?

Kendrick: Eu estive com New Moon. Não foi a mesma coisa realmente, porque nós não fomos mesmo e conhecemos a Comic Con. Então, essa foi a primeira vez que tive a experiência completa.

Bankoff: Qual foi a coisa mais interessante que você viu lá?

Kendrick: A moto Tron realmente parecia muito legal, e foi ótimo ver tantas pessoas sendo cosplays [usando as fantasias de personagens]. Muitas pessoas que não estão em seu elemento na vida real, brilham lá, e isso é legal.

Bankoff: Como foram as filmagens de Scott Pilgrim? Pode me contar um pouco sobre o processo de filmagem, tipo, como foi trabalhar com Michael Cera ou alguma história do set?

Kendrick: Foi definitivamente meio estranho e técnico, por causa da forma que fica. O processo foi definitivamente diferente de tudo o que eu fiz antes. Tipo, tem uma cena onde eu estou no telefone com Michael Cera, e nós tivemos que dividir a tela, então eu tinha um pequeno receptor no meu ouvido. Eu estava ouvindo a parte que eles já tinham filmado, e eu só tinha que tipo, encaixar minhas falas no espaço entre as falas dele.

Bankoff: Como o filme está, exatamente?

Kendrick: Digo, você sabe que o filme é muito apertado, e é editado em alta velocidade, então há um monte de pequenas cenas e é bem como uma forma específica de trabalhar porque, você sabe, Edgar Write basicamente sabe que ele vai usar esse ângulo para essa fala, e aquele ângulo para aquela cena, e você filme em partes, como um quebra cabeça. Então, ao invés de filmar a cena inteira por alguns ângulos diferentes e descobrindo depois, você filme quase fala por fala algumas vezes. Então isso é muito incomum.

Bankoff: Você se preparou de alguma forma específica, ou só fez o que você precisava para entender enquanto estava fazendo-o?

Kendrick: É, foi meio que uma coisa de experiência. Muito do que eu acabei gostando de fazer, é uma reação à última coisa que eu fiz. Eu acho que o ponto para mim é tentar novas coisas.

Bankoff: Twilight: Eclipse saiu no começo desse verão. Essas estréias são muito extressantes para você, por serem tão populares?

Kendrick: Agora que eu sei o que estou fazendo, é mais fácil. Com qualquer outro filme, você está entrando em um novo território, então é bem diferente de estar envolvido em algo onde estão os mesmos personagens, as mesmas pessoas. Você sabe exatamente o que esperar das premieres, e das coisas de imprensa. Então é na verdade bem legal, porque você não tem muita rotina nesse trabalho, e é na verdade meio interessante. É como uma festa anual ou algo do tipo.

Bankoff: Vocês começaram a fazer algum trabalho nas filmagens…?

Kendrick: De Breaking Dawn? Eu não sei nada. Eu literalmente não sei nada.

Fonte: Foforks

por Mary_Halen

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Kristen Stewart sobre os filmes Twilight, interpretar Joan Jett e seu suposto romance com Robert Pattinson.

Alguns anos atrás, Kristen Stewart poderia ter descido a Hollywood Boulevard sem ser notada, apesar de ter aparecido em quase 20 filmes. Agora, por causa de uma adolescente que se apaixona por um vampiro, ela não pode sair sem atrair um bando de paparazzi e multidões de fãs, principalmente garotas adolescentes.

Seu papel como a atormentada adolescente Bella Swan, nos filmes Twilight, baseados na série bestseller de Stephenie Meyer, lançou-a meteoricamente de apenas mais uma atriz adolescente criada em Hollywood a estrela internacional.

Com os três filmes lançados até agora – Twilight, New Moon e Eclipse – Stewart tem ganhado os corações de legiões de garotas adolescentes como Bella, que se envolve em um romance apaixonado, não-ortodoxo e no estilo Romeu e Julieta, com o belo vampiro Edward Cullen, interpretado pelo galã britânico Rob Pattinson.

A série de quatro livros vendeu 17 milhões de cópias, e há mais de 350 sites de fãs devotados às histórias, então as expectativas eram altas, escalar o casal certo nos papéis principais era vital.


“É simplesmente surreal ser uma parte crucial de uma máquina como essa,” diz Stewart. “Eu sou meio que o canal. Essas garotas são obcecadas por Edward através de mim. Se eu não fosse certa, eu seria perseguida e colocada numa cruz.”

Um pouco dramático demais, talvez, mas é um momento excitante e difícil para a triz de 19 anos, que tenta desesperadamente manter sua privacidade enquanto mantém os fãs da Saga Twilight felizes. Ao mesmo tempo, ela está alcançando papéis que a levam além da adolescente do gênero romance.

Até agora, ela parece estar sendo incrivelmente bem sucedida. Entre os filmes Twilight (um final, Breaking Dawn, está sendo desenvolvido), ela encontrou tempo para estrelar dois filmes amplamente diferentes. Ela interpreta uma prostituta adolescente problemática em Welcome to the Rileys, que foi produzido por Ridley Scott e seu irmão Tony e dirigido pelo filho de Ridley, Jake. Ele teve sua estréia no festival de cinema de Sundance, esse ano.

O outro filme, The Runaways, que também estreou em Sundance, está criando um gande alvoroço com sua história sobre a banda pioneira e só de garotas e seu retrato ousada da cena do rock na Los Angeles dos anos 70.

The Runaways lançou cinco álbuns antes de se separar em 1979, e sua história é parte da mitologia do rock. Seu estilo durão, sexy e ninfeta inspirou uma onde de roqueiras e pavimentou o caminho para outras bandas só de garotas, como as Go-Gos e The Bangles.

Stewart interpreta a líder bissexual da banda, Joan Jett, que foi produtora executiva do filme e cujo cabelo preto e visual esguio e punk a fizeram ganhar status de ícone fashion.

“Foi duro porque eu só tinha uma janelinha minúscula de tempo livre, mas eu queria fazer o filme. E eu não queria ficar nenhum pouco mais velha, porque eu já sou mais velha do que Joan era quando ela estava em Runaways,” diz Stewart. “Eu simplesmente espremi o filme no meio de tudo, e tive esperança de que desse certo. E deu. É legal mudar para filmes assim entre Twilights, mas estou animada para ir e fazer os próximos anos da vida de Bella.”

Ela chega para nossa entrevista com uma aparência elegante e sofisticada com um mini-vestido preto e seu cabelo escuro preso para cima em um coque. Mesmo assim, ela confessa: “Quando tenho que me vestir, preciso ter muita ajuda. Eu estava de camiseta alguns minutos atrás.”

Como a adolescente Joan Jett, Stewart aparenta ser durona, quase rude, o que prova ser enganador, porque ela prontamente tenta responder às perguntas, pensando cuidadosamente antes de falar e, às vezes, se encontrando incapaz de articular seus pensamentos.

“É impossível sempre expressar o que eu estou tentando dizer, mas, se eu simplesmente permanecer honesta, então não vou olhar para trás para nenhuma dessas entrevistas e pensar o que eu estava tentando fazer ou ser,” ela diz.

“Me perguntam o tempo todo em entrevistas sobre quem eu sou, e eu conheço algumas pessoas da minha idade que têm um forte senso de si mesmas, mas eu não poderia dizer que me conheço e resumir isso e te entregar em um pacotinho. Eu não me conheço nenhum pouco ainda.”

Foi provavelmente inevitável que Stewart fosse encontrar uma carreira em alguma forma de showbusiness: seu pai é diretor e produtor, sua mãe é roteirista, e ela foi criada em Hollywood, onde, em um verdadeiro conto de fadas, ela foi vista por um agente de talentos em uma peça de Natal da escola quando tinha oito anos. Ela fez grandes papéis na televisão, e quando tinha 12 anos foi escalada como a filha de Jodie Foster em O Quarto do Pânico, de David Fincher.

Ela trabalhou estavelmente em filmes de qualidade diversificada, variando do quase desconhecido Garganta do Diabo à fantasia especial subestimada Zathura.

A súbita chegada da fama com Twilight é algo com que ela ainda está tentando lidar.

“Tenho 19 anos, e, sendo uma figura pública, devo me apresentar de uma certa forma, mas é difícil e você nunca poderá dizer às pessoas quem você é através da mídia” ela diz hesitante. “É meio que impossível. É muito mais fácil para um cara dizer o que ele quer e não ser fofo e engraçado o tempo todo, mas, se você é uma mulher do tipo forte, você é apenas, por falta de uma palavra melhor, uma vadia.

“Mas eu tenho tido muita sorte ao longo do tempo, e tenho trabalhado com pessoas maravilhosas, e apenas espero que isso continue. Eu não sei o que eu faria se não tivesse isso.”

De acordo com revistas de fofoca e o burburinho na internet, ela está namorando Rob Pattinson desde que eles se conheceram no set de Twilight, mas até agora eles têm conseguido manter todo mundo apenas especulando. Então a pergunta tem que ser feita – eles estão ou não estão?

“Eu não te contaria nada sobre ninguém com quem eu me importo porque se torna entretenimento para outras pessoas, e meio que desvaloriza tudo na sua vida” ela diz firme mas agradavelmente. “Eu jamais te diria se eu estivesse namorando alguém.”

Com três filmes aguardando lançamento e o filme final de Twilight ainda para ficar pronto para filmar, Stewart se encontra em um raro momento de folga.

“Estou meio que à toa agora,” ela diz. “Eu não tenho a agenda livre, com nada pela frente para mim há muito tempo, então é bom.”


Fonte: Foforks

por Mary_Halen

sábado, 24 de julho de 2010

Kellan Lutz para a Bravo



Bravo: Hey Kellan, Você sabia que seu sobrenome Lutz é na verdade um nome alemão?

Kellan: Claro! Isso é porque meus antepassados eram da Alemanha.

Bravo: Sério?

Kellan: Genial não é? Sou uma espécie de estrela de Hollywood Alemã. (risos) Eu nasci nos E.U.A., em Dickinson, Dakota do Norte. Mas meus avós são de Munique. É por isso que eu fui lá quando era pequeno. Eu era muito pequeno e não me lembro de muita coisa.

Bravo: Você fala Alemão?

Kella: Ai, sinto muito, eu esqueci de tudo. De todas as formas eu ainda tenho uma conexão especial com a Alemanha!

Bravo: Isso significa que você está se sentindo como se estivesse em casa?

Kellan: Algo assim. Tudo me parece familiar. Me sinto seguro aqui. A Alemanha me encanta e sua grande história. Fi zum pouco de turismo: visitei pedaços do Muro de Berlin, fui aos museus e visitei o Castelo de Sansoucci em Potddam. Estou muito interessado nesse país.
Bravo:Você está vivendo em Hollywood e foi através de Twilight que você se converteu em um estrela mundial. Isso mudou muito a sua vida?

Kellan: Claro. Meu papel como Emmett me abriu muitas portas. Mas eu nunca desejei a fama e o dinheiro. Era somente a diversão por atuar. Foi muito importante para mim manter meus pés no chão a pesar de tudo isso.

Bravo: Como está o estado de animo dos vampiros agora?

Kellan: Somos como uma família. Nada mudou por causa do sucesso. Todos saímos juntos e meus companheiros Robert Pattinson e Jackson Rathbone sempre estão em algum lugar tocando com seus violões. Mas minha melhor amiga é Ashley Greene.
Bravo: Como é essa amizade?

Kellan: Nos conhecemos faz seis anos, antes de deixar a universidade para virar ator. Ela teve o mesmo sonho. Isso nos uniu y agora é muito grande, porque nós dois conseguimos realizá-lo.

Bravo: Vocês dão conselhos aos outros?

Kellan: Claro, em todos os sentidos. Eu estou com ela quando ela tem problemas com homens e ela está comigo quando estou doente de amor. Somos como irmãos inseparáveis. Ashley e eu estamos sintonizados na mesma frequência.

Bravo: O que vocês fazem quando estão juntos?
Kellan: Viramos noites jogando, jogos de mesa, fazemos churrasco junto com os amigos e festas na piscina da minha casa. Somos um grupo de diversão em Los Angeles. Eu divido um apartamento com outros Três loucos.
Bravo: Mas agora você é capaz de se dar o luxo de viver sozinho…
Kellan: Mas eu gosto como é. Meus companheiros de apartamento são meus melhores amigos. Eu confio neles de olhos fechados. Eles cuidam da minha casa quando estou fora e cuidam dos meus cachorros “Kola” e “Kevin”.

Bravo: Você sente falta deles quando está fora?

Kellan: Sim! Não vejo ele faz um mês, mal posso esperar para abraçar eles. Relaxar com eles em minha cama ou correr com eles por Hollywood. Para mim isso é a melhor coisa do mundo.

Fonte: LunaNuevaMeyer




por Mary_Halen