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sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Anne Rice fala de Twilight e Steph

Você tem uma opinião sobre a forma como Twilight serve às crenças mórmons de Stephenie Meyer?

Eu não sei o suficiente sobre as crenças mórmons para ver isso naquele contexto. O que eu vi lá foi romance feminino. E eu não quero dizer isso numa maneira pejorativa. Eu vi a mesma coisa que funciona no trabalho de Charlotte e Emily Brontë, a ideia de uma jovem e vulnerável mulher se apaixonando por uma pessoa essencialmente mais velha, mais forte e misteriosa. Em Jane Eyre, Sr. Rochester é ameaçador, mas ele também é protetor e amável, e acaba sendo totalmente submisso e domado por Jane.

E é isso que eu realmente vi em Twilight, nos dois filmes que eu vi. A jovem garota se apaixona por esse rapaz que é capaz de matar pessoas, ele é um vampiro, mas ele realmente a ama e a protege. E é a mesma velha história. É claro, tem havido muita escrita no mundo sobre porque aquele romance em particular dá certo. É sobre uma jovem e sua relação com seu pai, como as pessoas têm discutido? É sobre a fêmea mais fraca apaixonada pelo macho mais forte? Existem muitas camadas de significado profundo, e eu acho que Stephenie Meyer tocou nisso de novo nos livros Twilight. E ela teve essa sacada de gênio ao fazer esses vampiros vacilantes irem para o ensino médio. [risos] O que, de uma forma, eu achei que foi incrivelmente ridículo. Por que qual imortal passaria seu tempo indo para a escola de novo e novo daquele jeito? Vá para Katmandu ou Memphis ou Rio De Janiero ou Roma! Mas foi uma saca de gênio, porque isso deu prazer a milhões de garotos. Então isso é muito interessante. Mas eu acho que o que faz com que isso dê certo é aquela velha e boa fórmula do romance feminino, que é enraizada na psicologia.

Há um certo martírio nos vampires de Twilight — os vampires bons praticam meio que castidade ao se absterem de matar e dos prazeres do mundo. Então eles se tornam quase-santos, a despeito de sua natureza.

Eu realmente acho, todavia, que isso existe ao longo de toda a literatura vampírica. Qualquer livro sobre vampiros, seja a série True Blood da HBO, de Charlaine Harris, ou Stephenie Meyer ou meus livros, nós sempre temos esses personagens lutando com seus desejos, se abstendo, se tornando castos, é o que os faz complicados e interessantes. E os vampiros em True Blood tentam beber aquela porcaria da garrafa ao invés de matar pessoas. E nós sempre os aplaudimos, porque isso é uma metáfora de como nós nos esforçamos contra nossos próprios impulsos destrutivos. Mas entendo o que você quer dizer. Quero dizer, ela faz isso de uma forma bem floreada ao ter aquela boa família tão devotada ao próximo e tão abstinente e daí em diante. Talvez seja feito tão claramente lá para os leitores mais jovens.

Fonte: nymag

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Mais Informações Sobre O Filme De 'The Host'

A adaptação cinematográfica de The Host, outro livro de Stephenie Meyer, vai começar a ser filmada no ano que vem, e o diretor já foi escolhido. Na notinha abaixo, vocês encontram mais informações sobre esse projeto, e quem a tia Steph acha que poderia fazer parte do elenco. Confiram:

The Host, de Stephenie Meyer está atualmente em pré-produção, e as filmagens marcadas para começarem no início de 2011. Em Setembro de 2009, os produtores Nick Wechsler, Steve Schwartz, e Paula Mae Schwartz usaram finanças independentes para adquirir os direitos de adaptar The Host para um filme.

The Host ficou em primeiro lugar na lista de Best Sellers do New York Times, e permaneceu na lista por 26 semanas, e também passou 36 semanas na lista de best sellers do Los Angeles Times. Esse filme é esperado como sendo o primeiro de uma trilogia. As sequências serão intituladas The Soul e The Seeker.

Stephenie Meyer disse que ela escolhe atores para os papéis na sua cabeça quando está escrevendo. Ela decidiu isso com Twilight, ela sentia que os atores precisavam ser artistas com futuro que ainda não tinham sido reconhecidos. Com The Host, ela acha que os protagonistas deveriam ser talentos da lista A. Ela indica Robert Redford, Ben e Casey Affleck, e Matt Damon como atores que ela gostaria de ver estrelando o filme.

O produtor Nick Wechsler disse que “eles queriam que Stephenie Meyer estivesse envolvida na adaptação e ter a aprovação dela, e que ela fosse parte das decisões criativas. Os filmes de Twilight provaram que Meyer sabe mais sobre o que da certo do que a maioria das pessoas.”

Andrew Niccol foi contratado para dirigir The Host. Niccol veio primeiro por consideração, depois que Wechsler e os Schwartzes perguntaram a Meyer quais eram seus filmes de ficção científica preferidos. Gattaca e The Truman Show estavam no seu top 5. Niccol escreveu e dirigiu Gattaca, e escreveu o roteiro para The Truman Show, dirigido por Peter Weir, pelo qual ele ganhou uma indicação ao Oscar em 1999.

Informações sobre as audições e as chamadas de casting para The Host serão postadas nesse blog.


Fonte: Examiner

domingo, 1 de agosto de 2010

Twilight : Muse crache dans la soupe!

Le Groupe Muse a déclaré que Twilight n'était pas "sa tasse de thé" ! Sympa de mordre la main qui vous a nourri!

Il y en a que la reconnaissance n'étouffe pas!
Alors que le groupe Muse a connu la consécration grâce aux morceaux qu'il a composé pour la saga Twilight, aujourd'hui reconnu, il se permet de faire la fine bouche...
C'est le bassiste Chris Wolstenholme qui a expliqué pourquoi le groupe américain regrettait d'avoir chanté Neutron Star Collision (Love is Forever) sur la bande sonore des aventures de Robert Pattinson et Kristen Stewart.
"Je ne sais pas si c'est cool de participer à ce genre de projet, mais parfois il faut utiliser plusieurs moyens d'exporter la musique. C'est très difficile en Amérique car il n'y a rien de national. Il faut prendre toutes les opportunités, et parfois vendre son âme."
Gagner des millions grâces aux ventes de cette bande son sortie en mai dernier et enfin être reconnu par ses pairs en chantant pour un des films les plus de l'année, on ne peut pas vraiment dire qu'il s'agit de "vendre son âme au diable!"
Le bassiste a ensuite ajouté qu'il a regardé le premier film de la saga de Stephenie Meyer, mais qu'il n'a pas voulu voir la suite, parce que ce n'était pas "sa tasse de thé".it

WOW, sei lá o que tá dizendo aí, meu *-*

Fonte: Staragora

por Mary_Halen

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Conheça Bree Tanner, a personagem de 'Eclipse' que já vendeu 1 milhão

Até pouco tempo, se você perguntasse a um fã dos romances da série “Crepúsculo” quem é Bree Tanner o mais provável é que recebesse uma cara de interrogação como resposta.


Presente de forma secundária, quase escondida, em algumas páginas do livro “Eclipse” - e em poucos minutos do filme que chegou aos cinemas nesta quarta (30) -, a personagem se transformou no centro das atenções do mercado literário desde o lançamento de “A breve segunda vida de Bree Tanner”, mais novo fenômeno editorial da autora Stephenie Meyer.

Em menos de um mês, o livro paralelo aos eventos narrados na saga “Crepúsculo” já vendeu 1 milhão de cópias só nos Estados Unidos. No Brasil, onde sai pela editora Instrínseca, a nova obra de Stephenie Meyer já lidera a lista de livros mais vendidos nas principais livrarias online. E assim segue, sempre no topo, em nações como Alemanha, Austrália, Canadá, Portugal e Espanha.
Mas, afinal, quem é Bree Tanner? A resposta surge logo nas primeiras das 192 páginas do novo livro (mais enxuto do que os episódios da saga, calhamaços que chegam a ter mais de 500 páginas).

A garota é uma "recém-criada" (termo usado por vampiros para designar aqueles que acabam de ser transformados em imortais) e, nessa condição, pouco sabe a respeito de suas limitações e necessidades vitais.

Soldado do exército de Victória

"A breve segunda vida de Bree Tanner" tem a ação transcorrida em paralelo à trama de "Eclipse".

Nela, Bree – narradora de sua própria história - se junta a um exército cooptado em Seattle pelo vampiro Riley, a mando da também vampira Victória, para voltar à cidade de Forks e vingar a morte de James, assassinado pelo clã dos Cullen no primeiro episódio da saga.

Adolescente e “criada” há pouco mais de três meses, a garota não tem noção do mundo para o qual entra após ser vampirizada.


Sozinha, acaba encontrando em outro novato, Diego, companhia para sobreviver entre as criaturas da noite e aprender a matar para saciar a sede de sangue humano. Aos poucos, a jovem vai sendo convencida por Riley de que corre o risco de ser exterminada caso não lute contra os Cullen. E é treinada para matar.

No embate final, já em Forks e com Victória decapitada por Edward Cullen em defesa da vida de Bella Swan, Bree se rende e tem sua guarda tomada pelos Cullen. Mas outro clã vampiresco, os influentes Volturi, é que darão o veredito sobre sua vida...

Do fundo da gaveta

Em seu site oficial, a escritora Stephenie Meyer revela que, inicialmente, não tinha a intenção de lançar a história de Bree Tanner como um livro à parte.

“Na verdade, é mais um conto do que um romance”, explica. “Enquanto editava ‘Eclipse’ pensava muito a respeito dos ‘recém-criados’, imaginando sua visão da história e uma coisa ligou à outra. Comecei a escrever através da perspectiva de Bree e de como era ser um novo vampiro.”

Stephenie, que desenvolveu a saga que a tornou milionária e uma das autoras mais importantes da literatura pop a partir de um sonho, mostrou o manuscrito ao diretor de “Eclipse” David Slade e concluiu que lançar o livro às vésperas da chegada do novo filme serviria como um complemento aos fãs da saga, que veriam Bree nos cinemas.

E para reforçar a aura politicamente correta da saga de vampiros românticos que renunciam ao sangue humano anuncia que doará um dólar de cada livro comprado nos EUA a associações que assistenciam locais atingidos por tragédias, como o Haiti.

A julgar pela performance do primeiro mês de venda, as nações pobres tem muito a se beneficiar com a aventura da ‘recém-criada’ Bree.

É isso aí, Tia Steph!

por Mary_Halen

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Roteirista fala de mudanças em Amanhecer

Melissa Rosenberg, roteirista dos filmes da “Saga Crepúsculo”, falou sobre o trabalho que está tendo com a adaptação de “Amanhecer”, último filme da franquia. Em entrevista ao PopSugar, a roteirista confirmou que a esperada cena do nascimento do bebê de Bella e Edward será mostrada de forma bem diferente do que a descrição do livro, que é a parte mais forte de toda a saga. Para ela, para que isso acontecesse, o filme precisaria ter censura 18 anos. E Rosenberg acredita que encontrou uma solução para tornar a cena “mais interessante”.

“Para mim, é mais interessante não mostrar”, ela diz. “Sabe, você pode ter uma cena de nascimento sem o parto em si e não significa que será uma experiência menos comovente. Sinto que todas as cenas devem estar no filme, mas vamos mesmo ver os dentes de Edward transparecendo na placenta? Acho que não. Não acho que precisamos ver isso. Acredito que tudo ficará implícito, mas não acho que veremos dentes na placenta,” explicou.

Em outro tema menos polêmico, Melissa comentou sobre a transformação de Bella em vampira. Comentou que será muito divertido escrever essas cenas e sobre como imagina Kristen Stewart no papel.

“Acho que as cenas de Bella virando vampira e se acostumando a seus poderes serão bem divertidas de escrever. Especialmente quando você visualiza Kristen Stewart na cena, porque ela personificou a Bella como uma pessoa esquisita e arisca. Quando ela se transformar em vampira, tudo isso ficará para trás”.

“Amanhecer” é o melhor livro da “Saga” de Stephenie Meyer e mostra o amadurecimento dos personagens, com mudanças radicais no padrão da história até agora.

A primeira parte de “Amanhecer” estreia em 18 de novembro de 2011 e a segunda parte em 2012. A direção é de Bill Condon (“Dreamgirls”).


por Mary_Halen

Amanhecer: Rio de Janeiro pode servir de locação

Fãs da Crespúsculomania, preparem-se: parece que está confirmada a vinda de Robert Pattinson e Kristen Stweart para rodar algumas cenas do próximo longa da saga, Amanhecer.

De acordo com o jornal Diário de São Paulo, o presidente da RioFilme, Sergio Sá Leitão, confirmou que a produção do longa irá mesmo à Cidade Maravilhosa. No livro de Stephenie Meyer, Bella e Edward passam a lua de mel em terras cariocas.

A assessoria da RioFilme não foi localizada até o momento para confirmar a informação.

Amanhecer será dividido em dois filmes e o trabalho não tem sido nada fácil para a roteirista Melissa Rosenberg. Veja o que ela fala a respeito aqui!

Fonte:
Estrelando

por Taís Braga Cullen

Melissa Rosenberg Fala De Amanhecer

É esse tipo de notícia que me mata. Confiram:

Agora que Eclipse atingiu os cinemas e quebrou recordes de bilheteria, os fãs de Crepúsculo já estão ansiosos esperando o próximo capítulo nas telas da história de amor de Bella e Edward: Amanhecer. Nós falamos exclusivamente com Melissa Rosenberg, a roteirista por trás de todos os filmes de Crepúsculo, para descobrir o que podemos esperar das duas partes finais. Ela pesou se a cena do parto de Bella vai ou não às telas, compartilhou seu momento com fã mais surpreendente, e falou da sua relação criativa com Stephenie Meyer.

Melissa vai estar falando em LA na Writer’s Guild Foundation terça-feira à noite. No meio tempo, confiram nossa entrevista inteiramente exclusiva com ela agora.

PopSugar: Como você se sentiu com a decisão de dividir Amanhecer em dois filmes?

Melissa Rosenberg: Aliviada na verdade, porque ia ser um baita desafio condensar um livro enorme em um filme. É sempre um desafio com todos eles e, ainda mais com Amanhecer. Ter um pouco mais de espaço pra respirar é bacana… por outro lado, também há o desafio de ter certeza que há o suficiente para preencher dois filmes.

PS: Ouvimos que há algumas cenas que você quer evitar mostrar na tela em Amanhecer. Por exemplo, Bella dando a luz. Pode nos dizer porque?

MR: Essa foi uma citação incorreta. O nascimento – todas as cenas, eu sinto – deveriam estar na tela. Eu acho que talvez o que estava me referindo foi, vamos ver mesmo os dentes de Edward ana placenta? Acho que não. Acho que não precisamos ver isso, e se alguém precisa ver isso, acho que precisam dar uma olhadinha melhor. (risos) Acredito que estará implicado, mas não acho que veremos dentes na placenta.

PS: Que responsabilidade você sente em relação aos fãs? Eles estão em sua mente durante o processo de escrita?

MR: A responsabilidade que sinto com os fãs? Bom, há uma: fazê-los felizes, é claro. Eu quero que as pessoas curtam o filme e não sintam que matei seu romance favorito! Mas o que percebi foi, não posso satisfazer todas as pessoas. Mas o peso real que eu sinto é uma responsabilidade, sabendo que várias mulheres e jovens estão vendo isso, e observando para terem certeza que o que está sendo mostrado no filme é que Bella é um modelo feminino forte. Que as mensagens que elas estão recebendo são as positivas.

PS: Qual foi a reação de fã mais louca ou surpreendente que você já experienciou?

MR: Você não pode chamar de louca, mas maravilhosamente louca. Eu acabei de voltar de Paris. Eu estava lá [para uma conferência de imprensa] com alguns dos atores: Daniel Cudmore, Edi Gathegi, Michael Welch, e Alex Meraz. No final, teve essa cerimônia fechada e nos falaram que era uma surpresa pra gente, e nos soltaram no palco… e a platéia inteira estava de pé nesse teatro escuro, quase como se estivessem rezando. Foi muito esquisito. E então, após um momento, “Bad Romance” de Lady Gaga começa, e eles começaram a dançar uma coreografia que eles estavam ensaiando há 3 dias. Essa dança maravilhosa e muito unificada, e foi ótimo. Nós ficamos maravilhados. Uns mil pares de mãos todos leventaram na batida ao mesmo tempo – é uma experiência poderosa… eu me perguntei, isso poderia ter acontecido em qualquer outro lugar além da França? As platéias americanas teriam sido tão legais?

PS: Quão envolvida Stephenie Meyer é no processo de escrita e como é sua relação com ela?

MR: Stephenie se envolve muito. Minha relação com ela apenas melhorou a cada filme. Quando eu a conheci e comecei a participar, eu não tinha nenhuma razão para ser protetora. Eu a descobri sendo muito colaboradora e uma fonte tremenda. Então comecei a participar mais com ela e isso aconteceu mais em Lua Nova e ainda mais em Eclipse… ela pesa cada projeção do esquema, cada projeção do roteiro. Ela está no set. Ela se envolve muito.

PS: Qual é uma das suas cenas favoritas dos livros ou filmes? Houve alguma que você especialmente curtiu escrever ou está ansiosa para escrever?

MR: Há várias. Acho que ver Bella como vampira e ela se ajustando aos seus poderes e os aceitando, todas essas são cenas divertidas de escrever. Particularmente quando você imagina Kristen Stewart a interpretando, e como ela encorporou Bella como uma pessoa estranha, inquieta. Quando ela se torna uma vampira, tudo isso vai embora.
Fonte: Foforks
por Mary_Halen